o partipar da MEAC. Foi muuuuuuito legal, teve direito até a algodão doce no final!!!! rs
o partipar da MEAC. Foi muuuuuuito legal, teve direito até a algodão doce no final!!!! rs- O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XIV (Allan Kardec)
- Livro "Pensamento e Vida", cap. 13 (Emmanuel, psicografia de Chico Xavier)
- Pinga Fogo sobre Maternidade com o Richard Simonetti. Link: http://www.richardsimonetti.com.br/pinga_fogo/maternidade.htm
Vejam este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=J-TC4y9g0Xg
Abraços queridos!!!!
Nélli
Capítulo 10 - FILHOS
Os laços do sangue não criam forçosamente os liames entre os Espíritos. O
corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porquanto o Espírito já
existia antes da formação do corpo.
Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho; ele mais não faz do que lhe
fornecer o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento
intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir. Do item 8, do Cap. XIV, de "O
evangelho Segundo o Espiritismo"
abandono, pelo qual o parceiro lesado é compelido à carência afetiva. Criaturas
integradas na comunhão recíproca, o afastamento uma da outra provoca, naturalmente,
em numerosas circunstâncias, o colapso das forças mais íntimas naquela que se viu
relegada a escárnio ou esquecimento. Justo observar que toda criatura prejudicada
usufrui o direito de envidar esforços na própria recuperação. Análogo princípio
prevalece nas conjunções do sentimento, sempre efetuadas com fins determinados em
vista. O companheiro ou a companheira menosprezada no círculo doméstico detém a
faculdade de refazer as condições que julgue necessárias à própria euforia, com base na
consciência tranqüila. Não existem obrigações de cativeiro para ninguém nos
fundamentos morais da Criação. Um ser não dispõe de regalias para abusar
impunemente de outro, sem que a vítima se veja espontaneamente liberta de qualquer
compromisso para com o agressor. Em matéria afetiva, porém, se a união sexual trouxe
filhos à paisagem terrestre, é razoável que as Leis da Vida reconheçam na criatura
lesada a permissão de restabelecer a harmonia vibratória em seu mundo emotivo,
logicamente dentro da ética que sustenta a tranqüilidade da vida intima; entretanto,
essas mesmas Leis da Vida rogam, sem impor, às vítimas da deslealdade ou da
prepotência que não renunciem ao dever de amparar os filhos, notadamente se esses
filhos ainda não atingiram a puberdade que lhes traçará começo à compreensão dos
problemas sexuais que afligem a Humanidade. Em sobrevindo semelhantes crises, haja
no parceiro largado em desprezo uma revisão criteriosa do próprio comportamento para
verificar até que ponto haverá provocado a agressão moral sofrida e, embora se
reconheça culpado ou não, que se renda, antes de tudo, à desculpa incondicional, ante o
ofensor, fundindo no coração os títulos ternos que tenha concedido ao companheiro ou à
companheira da comunhão sexual no título de irmão ou de irmã, de vez que somos
todos espíritos imortais, interligados perante Deus, através dos laços da fraternidade
real. Aprenda o parceiro moralmente danificado que só pelo esquecimento das faltas uns
dos outros é que nos endereçaremos à definitiva sublimação e que nenhum de nós, os
filhos da Terra, está em condições de acusar nos domínios do sentimento, porquanto os
virtuosos de hoje podem
ter sido os caídos de ontem e os caídos de hoje serão possivelmente os
virtuosos de amanhã a quem tenhamos talvez de rogar apoio e bênção, quando a Justiça
Eterna nos venha descerrar a imensidão de nossos débitos, acumulados em existências
que deixamos para trás nos arquivos do tempo. Homem ou mulher em abandono, se tem
filhos pequeninos, que se voltem, acima de tudo, para essas aves ainda tenras do pábulo
doméstico, agasalhando-as sob as asas do entendimento e da ternura, por amor a Deus e
a si mesmos, até que se habilitem aos primeiros contactos conscientes com a vida
terrestre, antes de se aventurarem à adoção de nova companhia; isso porque podem usar
a atribuição natural que lhes compete, no que se refere a possíveis renovações, sem se
arriscarem a agravar os problemas dos filhos necessitados de arrimo e sem complicarem
a própria situação perante o futuro.

Pergunta: Qual o fim objetivado com a reencarnação?
Resposta: Expiação. melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?
Item n° 167, de "O livro dos Espíritos". Dolorosa, sem dúvida, a união
considerada menos feliz. E, claro, que não existe obrigatoriedade para que alguém
suporte, a contragosto, a truculência ou o peso de alguém, ponderando-se que todo
espírito é livre no pensamento para definir-se, quanto às próprias resoluções. Que haja,
porém, equilíbrio suficiente nos casais unidos pelo compromisso afetivo, para que não
percam a oportunidade de construir a verdadeira libertação.
Indiscutivelmente, os débitos que abraçamos são anotados na Contabilidade da
Vida; todavia, antes que a vida os registe por fora, grava em nós mesmos, em toda a
extensão, o montante e os característicos de nossas faltas. A pedra que atiramos no
próximo talvez não volte sobre nós em forma de pedra, mas permanece conosco na
figura de sofrimento. E, enquanto não se remove a causa da angústia, os efeitos dela
perduram sempre, tanto quanto não se extingue a moléstia, em definitivo, se não a
eliminamos na origem do mal. Nas ligações terrenas, encontramos as grandes alegrias;
no entanto, é também dentro delas que somos habitualmente defrontados pelas mais
duras provações. Isso porque, embora não percebamos de imediato, recebemos, quase
sempre, no companheiro ou na companheira da vida intima, os reflexos de nós próprios.
É natural que todas as conjunções afetivas no mundo se nos figurem como sendo
encantados jardins, enaltecidos de beleza e perfume, lembrando livros de educação, cujo
prefácio nos enleva com a exaltação dos objetivos por atingir. A existência física,
entretanto, é processo específico de evolução, nas áreas do tempo, e assim como o aluno
nenhuma vantagem obterá da escola se não passa dos ornamentos exteriores do
educandário em que se matricula, o espírito encarnado nenhum proveito recolheria do
casamento, caso pretendesse imobilizar-se no êxtase do noivado. Os princípios cármicos
desenovelam-se com as horas. Provas, tentações, crises salvadoras ou situações
expiatórias surgem na ocasião exata, na ordem em que se nos recapitulam oportunidades
e experiências, qual ocorre à semente que, devidamente plantada, oferece o fruto em
tempo certo. O matrimônio pode ser precedido de doçura e esperança, mas isso não
impede que os dias subseqüentes, em sua marcha incessante, tragam aos cônjuges os
resultados das próprias criações que deixaram para trás. A mudança espera todas as
criaturas nos caminhos do Universo, a fim de que a renovação nos aprimore. A jovem
suave que hoje nos fascina, para a ligação afetiva, em muitos casos será talvez amanhã a
mulher transformada, capaz de impor-nos dificuldades enormes para a consecução da
felicidade; no entanto, essa mesma jovem suave foi, no passado - em existências já
transcorridas -, a vítima de nós mesmos, quando lhe infligimos os golpes de nossa
própria deslealdade ou inconseqüência, convertendo-a na mulher temperamental ou
infiel que nos cabe agora relevar e retificar. O rapaz distinto que atrai presentemente a
companheira, para os laços da comunhão mais profunda, bastas vezes será
provavelmente depois o homem cruel e desorientado, suscetível de constrangê-la a
carregar todo um calvário de aflições, incompatíveis com os anseios de ventura que lhe
palpitam na alma. Esse mesmo rapaz distinto, porém, foi no pretérito - em existências
que já se foram – a vítima dela própria, quando, desregrada ou caprichosa, lhe
desfigurou o caráter, metamorfoseando-o no homem vicioso ou fingido que lhe compete
tolerar e reeducar. Toda vez que amamos alguém e nos entregamos a esse alguém, no
ajuste sexual, ansiando por não nos desligarmos desse alguém, para depois somente
depois - surpreender nesse alguém defeitos e nódoas que antes não víamos, estamos à
frente de criatura anteriormente dilapidada por nós, a ferir-nos justamente nos pontos
em que a prejudicamos, no passado, não só a cobrar-nos o pagamento de contas certas,
mas, sobretudo, a esmolar-nos compreensão e assistência, tolerância e misericórdia,
para que se refaça ante as leis do destino. A união suposta infeliz deixa de ser, portanto,
um cárcere de lágrimas para ser um educandário bendito, onde o espírito equilibrado e
afetuoso, longe de abraçar a deserção, aceita, sempre que possível, o companheiro ou a
companheira que mereceu ou de que necessita, a fim de quitar-se com os princípios de
causa e efeito, liberando-se das sombras de ontem para elevar-se, em silenciosa vitória
sobre si mesmo, para os domínios da luz.
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Deus quis que os seres se unissem, não somente pelos laços carnais, mas também pelos da alma, a fim de que a mútua afeição dos esposos se estenda aos filhos, e para que sejam dois, em vez de um, a amá-los, tratá-los e fazê-los progredir.
Nas condições ordinárias do casamento, é levada em conta a lei do amor?
Absolutamente! Não se consulta o sentimento mútuo de dois seres, que se unem reciprocamente, pois na maioria das vezes, esse sentimento é rompido. O que se procura não é a satisfação do coração, mas do orgulho, da vaidade, da cupidez, numa palavra: todos os interesses materiais. Quando tudo corre bem, segundo esses interesses diz-se que o casamento é conveniente, e quando as bolsas estam bem equilibradas, diz-se que os esposos estão igualmente harmonizados e devem ser muito felizes.
Mas nem a lei civil, nem os compromissos que ela determina podem suprir a lei do amor, se esta não presidir à união. Disso resulta, frequentemente, que aquilo que se uniu à força, por si mesma, se separa, e que o juramento pronunciado ao pé do altar se toma um perjúrio, se foi dito como simples fórmula. São assim as uniões infelizes, que se tornam criminosas. Dupla desgraça, que se evitar-se, nas condições do matrimónio, não se esquecesse a única que o sanciona aos olhos de Deus: a lei do amor. Quando Deus disse: "Serão dois numa só carne", e quando Jesus advertiu: "Não separe o homem o que Deus juntou", isso deve ser entendia segundo a lei imutável de Deus, e não segundo a lei instável dos homens.
Livro dos Espiritos - [HTML] - [PDF] sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade - segundo os ensinos dados por Espíritos superiores com o concurso de diversos médiuns - recebidos e coordenados.
Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vidacorporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte.
A explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida.
A Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordocom as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
História da Civilização à Luz do Espiritismo. Ditada pelo Espírito EMMANUEL.
Título | Espírito | Autor/Médium | Tamanho | Formato | Link |
| 50 anos depois | Emmanuel | Chico Xavier | 240KB | ZIP/TXT | baixar |
| ABC do Espiritismo | - | Victor Ribas C. | 658KB | PDF | baixar |
| A Bíblia dos Espíritas | - | Osvaldo Polidoro | 198KB | ZIP/DOC | baixar |
A Caminho da Luz | Emmanuel | Chico Xavier | 477KB | PDF | |
A Casa do Escritor | Patrícia | Vera Lúcia M. de Carv. | 96KB | ZIP/TXT | |
A Casa do Penhasco | Antônio Carlos | Vera Lúcia Marinzeck | 96KB | ZIP/TXT | |
A Coragem da Fé | Bezerra de Menezes | Carlos A. Bacelli | 476KB | ZIP/DOC | |
A Descida dos Ideais | - | Pietro Ubaldi | 312KB | ZIP/DOC | |
| A Estrutura da Matéria segundo os Espíritos | Diversos | P.A. Ferreira | 89KB | ZIP/HTML | baixar |
A Gênese | - | Allan Kardec | 1.41MB | ZIP/PDF | |
A Grande Batalha | - | Pietro Ubaldi | 188KB | ZIP/DOC | |
A Grande Síntese | - | Pietro Ubaldi | 588KB | ZIP/DOC | |
A Lei de Deus | - | Pietro Ubaldi | 151KB | ZIP/DOC | |
A Missão do Brasil como Pátria do Evangelho | Humberto de C. | Célia Urquiza de Sá. | 69KB | ZIP/TXT | |
A Nova Civilização do 3º Milênio | - | Pietro Ubaldi | 381KB | ZIP/DOC | |
| A Pedra e o Joio | - | J. Herculano Pires | 134KB | DOC | baixar |
| A revolução do Espírito | - | John Brockman | 156KB | PDF | baixar |
| A síndrome da densidade | - | Rudolph P. Acton | 4.23MB | PDF | baixar |
| A TCI e o Amor | - | Pedro Ern. e Lázaro San. | 158KB | ZIP/DOC | baixar |
A Técnica Funcional da Lei de Deus | - | Pietro Ubaldi | 162KB | ZIP/DOC | |
| Ação e Reação | André Luiz | Chico Xavier | 160KB | ZIP/DOC | baixar |
Aconteceu | Antônio Carlos | Vera Lúcia Marinzeck | 84KB | ZIP/TXT | |
| Adeus, era de Peixes! | - | Pedro Ern. e Lázaro San. | 189KB | ZIP/DOC | baixar |
| Adolescente, mas de passagem | - | Paulo R. dos Santos | 38KB | ZIP/DOC | baixar |
Aglon e os Espíritos do Mar | Júlio Verne | Raniere | 432KB | DOC | |
Agonia das Religões | - | J. Herculano Pires | 4.95MB | ZIP/PDF | |
Alamedas | Diversos | Benjamin Teixeira | 235KB | PDF | |
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| Alô Além | - | Pedro Ern. e Lázaro San. | 429KB | EXE | baixar |
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Amor Sempre | - | Adenáuer Novaes | 185KB | PDF | |
Apometria | - | José Lacerda de A. | 883KB | ZIP/DOC | |
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Estudos - Trabalho sério com a Doutrina Espírita, sem descuidar das metodologias aplicadas.
Interatividade - Além dos estudos, são proporcionadas oportunidades de trabalho, para melhor aprendizado.
Discussões - Os assuntos estudados são analisados perante a realidade, despertando no jovem o senso crítico, com a visão da Doutrina Espírita
Encontros - Participando ativamente de diversos Encontros regionais e estaduais, os jovens trocam experiências com outros jovens que compartilham do mesmo ideal Espírita.
Confraternizações - Momentos de muita alegria e descontração, onde o jovem pode se soltar com as músicas e aumentar seus laços de amizade.
Artes - Essa preciosa ferramenta de evolução do ser, é utilizada constantemente como metodologia de aprendizado, auxiliando no desenvolvimento da sensibilidade do jovem.
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